domingo, 6 de dezembro de 2009
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19:57
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
levedelírio
Leve delírio
do lírio leve
levado ao vento
Olhai os do campo
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19:12
domingo, 31 de maio de 2009
Corra, Lola, corra. Forrest, você também. Rubinho, que tal?
Marcelo Batalha
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22:27
sábado, 30 de maio de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
Descrição
Estofada de azul.
Quatro pernas levemente abertas.
Um braço branco maior que os normais, daqueles que levantam e abaixam pra te falcilitar sair.
Bordas arrematadas com um filete preto.
O espaldar, médio - nem muito alto como os dos reis, nem muito baixo como nas de crianças em restaurante (costumava ter), nem sem como nos bancos - é sustentado por uma única barra coberta por uma proteção plástica sanfonada.
Umas hastes de metal atravessam de uma extremidade à outra por baixo.
Aquela cadeira azul.
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22:04
sábado, 23 de maio de 2009
Roda viva
Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino pra lá
Roda mundo, roda-gigante
Roda moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração
Chico
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22:50
sexta-feira, 22 de maio de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
May 16
No more waiting on them,
As you rise inside new rooms,
Its official, you've gone,
You can live for no-one else,
Man the guilt must be huge,
Theres no gain in failure,
You succeded at being mine,
Yeah, old friend, see ya there,
I will be proud from a far,
I can't paint a picture,
In a moment, of memories theres not many left,
I am extrodited, uninvited.
Its just another Saturday.
Take a step to freedom,
You and her loathing this cruel world,
Take a breath of shelter, then exhale,
Trust and allegance,
Liberate yourself from hell.
Its just another Saturday.
May 16 - Lagwagon
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13:20
Porquinhos...
"A gripe suína. Ela é transmitida dos porquinhos pras pessoas só quando eles espirram, ou quando a pessoa chega lá perto do nariz do porco. Portanto, uma providência elementar é não ficar perto de porquinho algum, mesmo não tendo gripe suína no Brasil, pelo que se constata até agora."José Serra - 27/04/2009
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12:32
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Fu[i-]me...
"A vida está ai para que nós a aproveitemos, mas a verdade é que eu estou de saída. Vou viver em função do meu adorado enfisema. Digo adorado porque pelo tanto que eu fumei, eu poderia perfeitamente ter tido um câncer. O enfisema, então, eu o vejo como uma espécie de presente."
Chico Anysio
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22:45
segunda-feira, 11 de maio de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
Capítulo 2
A babaquice é uma coisa incrível! Deus no centro do umbigo pior ainda. Gritam como se eu estivesse ouvindo. Coisa que vem de um lado e sai do outro. Sem tremores, muita risada do comportamento alheio. Longe disso, Balaio de Gato, Amore Mio. Pessoas de pé, rodas que se abrem e fecham no girar das engrenagens. Assuntos em comum, blefes, flertes, trabalhos, sono. Sono. Entre Folhas no retorno às origens. Estréia dela, em particular à mim. Pastel no Rei, carro, viagem, risos. Viagem, sono. Sono. Dormir...
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02:14
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Capítulo 1

Vida nova ao blog. Agora é assim.
Continuo me fodendo desse jeito? Elétrica pra que? Faço isso ou computação? Outro dia ainda o Obama falou do Brasil como a melhor coisa do mundo! Namoricos entre ele e Lula. Alias, os cubanos também ganharam sua fatia do bolo. Liberdade de ir vir. Podem até mandar dinheiro pra casa. Nem tanta liberdade assim, certo? Não tão rápido. Temos que ver o cabo de rede do grêmio. Roteador em breve. Wireless para todos. Inclusão digital? E a elétrica? Fazer ou não? ASL dos infernos. Me deixa de lingua de fora (entendeu??). Não é pra todo mundo. Talvez não pra mim. Alguma coisa seria? Vamos fazer programa? PHP ta dando onda. De repente dessa vez vai. Dormir, dormir, dormir... Lá vamos nós de novo!
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01:30
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Sobre o Tempo...
O mais feroz dos animais domésticos é o relógio de parede: conheço um que já devorou três gerações da minha família.
Mario Quintana
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15:47
quarta-feira, 30 de julho de 2008
O segredo da vida qual é???
"A gente nasce,
a gente cresce,
a gente estuda,
trabalha,
arranja um emprego,
ganha grana,
vai ao super mercado,
tosta toda a grana na comida,
chega em casa faz comida,
come tudo...
e TUDO
vira bosta."
Rita Lee (???)
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23:53
sábado, 12 de julho de 2008
Aleatório...
aleatório
[Do lat. aleatoriu.]
Adj.
1. Dependente de fatores incertos, sujeitos ao acaso; casual, fortuito, acidental: "Por longa e penosa experiência, sabia que o pagamento dos pro labore era coisa muito incerta e aleatória, dependendo de imprevisíveis caprichos e circunstâncias." (Vivaldo Coaraci, Todos Contam Sua Vida, p. 241.)
2. Dependente de um acontecimento incerto quanto às vantagens ou prejuízos.
3. Diz-se do fenômeno físico que envolve uma variável de caráter estatístico, como, p. ex., a desintegração de um núcleo atômico, o movimento browniano; estocástico, randômico.
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23:57
quarta-feira, 11 de junho de 2008
A versão de Ninguém que ladram por aí...
Ninguém soube dar valor ao que Solidão sentia.
Viveram juntos numa casinha no não se sabe onde.
Um dia Solidão morreu e Ninguém ficou sozinho.
Até!
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00:44
terça-feira, 15 de abril de 2008
Desculpa, eu já tenho Móveis...

"Bom pra caralho!!!", não vejo frase que defina melhor o show que eu vi na última sexta feira. Havia pouco mais de uma semana que eu conhecia a banda, já estava totalmente empolgado e com as letras (nada faceis) na ponta da língua. O show é algo ultra empolgante, toda a mobília correndo e brincando transloucadamente pelo palco. Digo que se os instrumentos não fossem sem fio, a apresentação acabava na primeira música ou tocariam as demais emaranhados uns aos outros pelo chão. Por fim eles ainda tocaram uma música fora do palco, numa roda formada no meio do público.
Sem palavras!
Minha mais nova banda preferida...
http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/
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22:58
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Livro: Neve
Neve (de Orhan Pamuk) conta a história da viagem que Ka - um poeta e jornalista turco - faz a Kars, uma cidade turca na fronteira com a Georgia.
Ka, depois de anos vivendo em Frankfurt como exilado político, volta à Istambul para o enterro de sua mãe e em seguida viaja à Kars para investigar e escrever para um jornal alemão sobre uma onda de suicídios de jovens islâmicas que está acontecendo na cidade e motivado também pela possibilidade de reencontrar Ïpek, uma antiga paixão que agora estava divorciada de Muhtar - um antigo colega de Ka dos tempos de movimento político. Ao chegar a lá as estradas que ligam à cidade são fechadas devido a uma intensa nevasca e Ka se vê preso naquele lugar. A impossibilidade de ir embora, o golpe político liderado por Sunay Zaim (Um famoso e decadente ator de teatro) e as incertezas em seu amor por Ïpek, alimentam em Ka toda espécie e confusão de sentimentos.
O livro retrata brilhantemente, não só o ambiente político das disputas entre grupos radicais islã e secularistas, como também as relações e dilemas vividos pelos que convivem com essas disputas. É uma leitura muito agradável e longe de ser aquele blablablá político ja conhecido.
Um fato interessante do qual eu me dei conta enquanto pesquisava pra escrever essa crítica encontrei no endereço http://www.lendo.org/neve-orhan-pamuk/ e segue no trecho transcrito:
"... apesar de o livro tratar da religião islamita — na qual Deus se chama, na verdade, Alá — esse nome não aparece sequer uma vez no romance e também pouquíssimas vezes o nome do profeta Maomé é citado. Isso me levou a pensar se não foi um caso de censura da tradução — que partiu do Turco para o inglês e daí para as demais línguas. Será?"
Até!
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Renato
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16:56
